Tem mais de um ano que leio esse conto da Nela Rio, sem jamais ter visto nem de perto nem de longe uma glicínia. Nunca. Daí que, alguém que caiu nesse blog, via google, procurando “glicinas”, acabou me estimulando a fazer o caminho inverso.. acabei encontrando imagens dessas flores. Sabe do que? Minha imaginação foi certeira! Eram como pensei… e as cores…
Bom, sigo no exaustivo exercício de pensar a escrita de Rio dentro dos rigores metodológicos da academia.

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