Obviamente, o final da dissertação tem inúmeros desdobramentos, inesperados, que podem se transformar até em problemas complicados de resolver. Com todo mundo é assim, não seria diferente na minha vez…

Pois bem: precisei às pressas correr atrás de uma documentação que deveria ter me chegado antes e, por alguns acasos e contratempos, não chegaram. Ainda bem que foi possível alguns dias de tolerância para esperar que eu reunisse de qualquer maneira esses papéis e incluísse devidamente no trabalho.

Três textos: um publicado em um livro na Espanha, outro em um livro editado em Buenos Aires e outro veiculado em uma publicação californiana, que eu acredito ser de pequena circulação, a julgar pela dificuldade de se encontrarem informações a respeito na web. Pois bem, mandei e-mail para deus e o mundo, desde às editoras aos tradutores, procurei amigos que estão no exterior,mais ou menos próximos dos lugares onde essas publicações poderiam ser localizadas, pedi ajuda a gente conhecida e desconhecida em tantos, tantos, tantos lugares e… as respostas não chegavam, apesar da boa vontade da maioria delas.

Consegui comprar os dois livros, da Argentina e da Espanha, por encomenda urgente. Só não sei quanto tempo vai levar para chegar. E estava ficando aflita em relação ao terceiro conto, porque hoje tive algumas respostas negativas.. mas aí, no final do dia, o tradutor do texto ao inglês para a publicação em questão entrou em contato comigo e povidenciou, uma cópia do original em pdf!! Simples assim, anexada no e-mail. E me salvou a vida… Se Hugh Hazelton já me parecia excelente pelo pensamento e pelas reflexões sobre a literatura latino-canadense, depois de hoje é quase um “fada-madrinha”. Deu mostras de uma solicitude, uma boa vontade, uma delicadeza… raridade por esses tempos. Ainda não pensei em uma forma à altura para agradecer.

Hoje durmo mais leve, certamente.

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